Artigo · a partir dos ensinamentos de Gilberto Franzoni
A Alquimia Sexual
Este é o nosso desafio, viver no fogo sem se queimar.Gilberto Franzoni
18 min de leitura
Poucos assuntos carregam tanta confusão quanto este. De um lado, séculos de religião ensinando que o sexo é pecado e que a pessoa santa é a que se afasta dele. Do outro, uma cultura inteira que trata o sexo como descarga, e o momento do orgasmo como o ponto alto da vida. As duas posições parecem opostas. Na prática, deixam a pessoa no mesmo lugar: sem saber o que fazer com a energia mais forte que tem.
Este artigo reúne o que Gilberto Franzoni ensina sobre isso no livro Uma Mensagem Cósmica, no curso sobre o livro, nas folhas do S.E.R., nas lives e nas sessões instrutivas. O assunto é a alquimia sexual, mas o eixo é uma pergunta só: por que preservar essa energia? A técnica do casal já está descrita no artigo sobre o despertar do Kundalini, e aqui ela aparece só no que for preciso para entender o resto.
Ele mesmo apresenta o tema, no capítulo 15 do livro, como uma hipótese, e convida o leitor a verificá-la na própria vida. É assim que vamos.
I
Comecemos pelas duas palavras que mais foram estragadas: castidade e fornicação.
Castidade, na linguagem comum, quer dizer não ter relação sexual. O padre é casto porque não tem mulher. Para ele, isso é um engano histórico. Na Sessão Instrutiva 98, A Inspiração, ele diz que “o tal do celibato, isso não é castidade. A castidade é sim estar com a mulher ou a mulher estar com o homem, mas não perder energia”. E a folha 53 do S.E.R., Castidade, não deixa margem: negar o sexo é absurdo e causa muitos problemas. Quando o ato sexual é conduzido de forma alquímica, ele se torna algo superior, divino, sublime.
A outra palavra também mudou de sentido no caminho. Fornicação, para a maioria, é sexo fora do casamento. Para ele, é outra coisa:
“Esclarecemos que fornicação é o ato de perder energia sexual.”
Repare que a definição não fala de com quem, nem de quando. Fala de perder. E ele amplia: na Sessão Instrutiva 99, Morte e Ressurreição em Rolândia, diz que existem vários tipos de fornicação. A pessoa que fala demais faz a fornicação verbal; a que vê pornografia faz uma fornicação visual. Há também a emocional e a mental. Mas, entre todas, a sexual é a mais grave, porque, como está no capítulo 21 do livro, ela alimenta os elementos densos e lhes dá energia para continuar manipulando a nossa psique.
Então a pergunta deste artigo fica mais precisa. Não é “sexo, sim ou não”. É: o que acontece com a energia quando ela sai, e o que acontece quando ela fica?
II
Para responder, é preciso saber de que energia estamos falando.
Ele recorre a Hermes Trismegisto, que falava de uma substância única da qual tudo é feito, o Telesma. Na Sessão Instrutiva 99 ele dá o nome dela sem rodeio: “essa substância a única a qual cria todas as coisas é a energia sexual então por isso que ela é tão importante”. É a mesma energia que gera um corpo físico, um átomo, um universo. No homem e na mulher, ela reside nas glândulas sexuais.
No capítulo 20 do livro, Transmutação, ele explica por que ela é a base de tudo o mais em nós. A energia sexual é a energia de base. Quando é transmutada na dimensão física, alimenta o corpo físico; o que sobra passa para a dimensão astral, a das emoções; e o que sobra dali passa para a mental. A consequência vem logo em seguida, e vale ler devagar: “se não atuamos adequadamente com essas energia na dimensão física não sobra nada para energizar as dimensões superiores astral e mental”.
Pense numa casa com uma única caixa d’água no alto. Se a torneira do térreo fica aberta, não adianta reclamar que falta água no segundo andar. É por isso que ele diz, no curso, que a transmutação não se limita ao sexo, porque emoção e pensamento também precisam ser transmutados, mas que a sexual é o alicerce da casa. E é por isso que, no capítulo 21, ele conclui que todo defeito psicológico terá sempre um tipo de luxúria associada: quando um elemento denso tira energia da emoção ou do pensamento, no fundo está tirando do centro sexual, de onde todos os outros se alimentam.
Há ainda uma imagem que ele usa no livro para mostrar de onde vem essa energia. Todos os dias o Sol, como um banco cósmico da Graça Divina, deposita seus átomos solares no nosso corpo, e eles são conduzidos por um processo complexo até as glândulas sexuais. A questão é o que se faz com esse depósito.
III
O que se constrói com essa energia, quando ela fica?
A primeira coisa é a alma. Na folha 52 do S.E.R., Vênus, ele escreve:
“Nossa alma é formada pela transmutação da substância Telesma (Ens Seminis), tal como nos ensina Hermes Trismegisto, por meio dela tudo é criado.”
Na mesma folha ele diz que transmutar a energia sexual permite energizar o corpo dia após dia para reconquistar a alma e encarnar o Cristo Íntimo. E a folha 61, Alegria pelo Bem Alheio, completa: “O Cristo Íntimo nasce dentro de nós mesmos, cresce e se fortalece com a transmutação da energia sexual.” No curso ele conta que a reconquista da própria alma levou vinte anos.
A segunda coisa é o combustível de todo o processo. Na Sessão Instrutiva 89, O Despertar da Consciência em Rolândia, ele diz que quando se perde energia não se produz a ascensão, porque a ascensão precisa de energia, e dá a imagem: “Pensa na energia como se fosse o combustível do foguete. Você tem um foguete, ele tá perfeito, só que não tem combustível.” E ele mesmo explica a imagem: “É a mesma coisa que a gente ter um corpo e não ter energia para fazer a ascensão.”
A terceira coisa é a mais surpreendente, e talvez a mais importante para quem trabalha sobre si mesmo. Os elementos densos, os defeitos psicológicos que formam o ego, nasceram dessa energia, e só ela pode desfazê-los. Na Sessão Instrutiva 101, A Ressurreição, ele avisa para ninguém ter ilusão de que o elemento denso vai ser destruído de outra forma: “ele vai ser destruído pela própria energia que o criou”. No curso ele explica como isso funciona na prática. A energia preservada é como uma bateria, e é dessa bateria que a Mãe Divina tira o que precisa para eliminar um defeito quando fazemos uma renúncia. Por isso, diz ele no S.E.R., “a própria lei da renúncia vai depender da sua energia”: com pouca energia, a renúncia pode arrancar só “uma lasca daquele defeito”.
Ele resume essa riqueza na folha 79 do S.E.R., O Triunfo, numa frase curta: “O sêmen é Cristo em Substância!” E, na folha 54, Apolo, mostra as duas atitudes possíveis diante dela:
“O incauto, o ignorante a desperdiça em explosões de luxúria. O Sábio, o Mestre, o Alquimista a transmuta dentro do seu próprio laboratório e, por meio do fogo sexual, é capaz de transformar o chumbo da personalidade (elementos densos) no ouro do espírito (virtudes do Ser que Somos).”
Isso vale igualmente para a mulher. A folha 53 diz que o mesmo ensinamento vale para a mulher com sua energia sexual, e na Sessão Instrutiva 104, O Regresso, ele repete, falando de quem transmuta: seja um homem ou seja uma mulher, tanto faz. “Vale para os dois.”
IV
E quando ela sai?
Ele volta à imagem do banco, e é difícil achar uma mais clara. No capítulo 15 do livro, quem joga a energia sexual para fora do corpo é comparado a uma pessoa que vai ao banco, saca uma grande quantidade de dinheiro e joga tudo na rua. Quem a retém é como quem aplica bem o seu dinheiro. Na Sessão Instrutiva 119, Perdão, Renúncia e Revogação, ele retoma a comparação com os mil reais sacados e jogados na calçada, e começa assim: “a energia sexual é a mais preciosa de todas as energias.”
Dinheiro jogado na rua não some. Alguém pega. É aqui que o ensinamento fica sério. Na Sessão Instrutiva 102, A Transmutação, ele fala dos elementos densos e diz:
“Eles não têm poder sobre nós, a não ser que você dê poder para eles. E como é que se dá poder para eles? Perdendo a energia sexual.”
E na folha 53 ele é ainda mais direto: a fornicação só interessa às entidades das trevas, para tirar a nossa energia e impedir a nossa ascensão. O artigo sobre quem é Lilith conta de onde veio a ideia de deixar a energia sair, “assim poderão ter filhos quando quiserem”, e quem se alimenta dela.
O efeito não é só espiritual no sentido distante da palavra. No capítulo 12 do livro ele diz que cada perda de energia sexual conduz o humano para as dimensões inferiores e o aproxima mais e mais da vibração animal, enquanto cada ato sexual com transmutação o conduz para as dimensões superiores do ser. Na Live 23, Matrimônio Sagrado, usa a imagem de um circuito elétrico: quando homem e mulher estão juntos, passa por eles uma corrente poderosa; se um dos dois fornica, o circuito queima. E a mente que não para de falar, aquela que pensa, pensa e pensa, ele também liga a isso. Na Sessão Instrutiva 102 pergunta: “Vocês sabem por que que a mente pensa, pensa, pensa sem parar? Por conta da fornicação mental, né?” O conserto, diz ele, é transmutar a energia sexual, corpo por corpo, começando pelo físico.
Na Sessão Instrutiva 126, O Sistema Solar de Ors, falando do que suja os cristais da pineal e da pituitária, ele reduz tudo a uma regra que cabe numa linha: “Fornicou, sujou. Não fornicou, transmutou, limpou. É simples assim.” E na folha 93, A Paixão, mostra a mesma coisa como escolha de lado: enquanto não organizamos e transmutamos a nossa energia sexual, ela serve ao caos; no momento em que decidimos organizá-la e transmutá-la, ela passa a servir à ordem.
V
Seria fácil, a esta altura, concluir que o caminho é matar o desejo. Ele diz o contrário.
Na folha 61 ele faz uma ressalva que muda tudo. Na lei da renúncia, a gente renuncia aos elementos densos, um a um. Mas não à luxúria:
“É importante frisar que não renunciamos luxúria, pois ela é o combustível sexual da Grande Obra Solar. Sem o fogo sexual não avançamos.”
O que se renuncia é a fornicação, a perda. O fogo fica. Daí o desafio que ele formula na mesma folha, e que serve de epígrafe a este artigo: viver no fogo sem se queimar. Na Sessão Instrutiva 93, A Paixão, ele diz isso em linguagem simples: se a gente tentar excluir essa capacidade animal, acaba o tesão, ninguém mais fica com ninguém, e a máquina não funciona, nem a do homem nem a da mulher.
Por isso ele não pinta a alquimia como sacrifício triste. No capítulo 10 do livro escreve que homem e mulher têm todo o direito de viver o ato sexual em sua plenitude, com todas as suas delícias e prazeres; no entanto, completa ele, o ser consciente sabe canalizar essa energia para cima, pela coluna. E na Sessão Instrutiva 97, O Crepúsculo, põe as duas coisas lado a lado: “Alquimia, apesar de ser muito prazeroso, ela é trabalho.” Prazer e trabalho, juntos. Nem o puritano, que nega o prazer, nem o descuidado, que esquece o trabalho.
Também não há aqui obrigação. Na Sessão Instrutiva 124, A Espada Flamígera, ele diz que despertar “É um direito, não é um dever”. Quem quiser, desperta; quem não quiser, não desperta. Mas quem escolhe precisa escolher de verdade. Na Sessão Instrutiva 98 conta que uma mestra, ao tratar de um erro dele, perguntou se ele se arrependia, e a resposta foi: “O que eu fiz tá feito. O que eu posso fazer agora é consertar.” E tira disso uma regra de firmeza: esse caminho ou é ou não é, não tem meio termo, e isso vale para a alquimia.
VI
Como, então, se preserva essa energia? Aqui o ensinamento tem condições, e omiti-las seria ensinar errado.
A alquimia sexual, como ele a define no capítulo 15 do livro, é o ato sexual completo, com naturalidade, prazer e carinho, sem o orgasmo fisiológico: o casal para antes do espasmo e conduz a energia pela coluna até o cérebro e dali ao coração. Os detalhes, os mantras e o tempo estão no artigo sobre o Kundalini. Aqui importam as condições.
A primeira é a polaridade. Ela exige um homem e uma mulher. Na Live 23 ele explica com uma bateria de carro: tire o polo positivo e o motor não dá partida; tire o negativo e também não. “Então eu preciso dos dois”. E na Sessão Instrutiva 99 diz que o processo de ascensão é sexual porque “a energia precisa subir pela coluna e ela só sobe se tiver o homem e a mulher junto”.
A segunda é o compromisso. Nas folhas do S.E.R., a prática é para homem e mulher “legitimamente casados”. No capítulo 15 do livro, legitimar a relação quer dizer o casamento formal e legal diante das leis humanas, que também se torna legítimo diante das instâncias superiores do ser. Nas sessões ele aceita dar o curso ao casal que já mora junto. Na Sessão Instrutiva 126 diz que, quando houver “um relacionamento que seja assim formado um casal, morar junto, tal, aí dá pra gente dar o curso”. Morar junto permite receber o curso e começar. Mas, na mesma sessão, ele diz que a coisa começa a funcionar quando casa, e no curso deixa o recado “para quem de repente mora junto”: vão precisar regularizar a situação. Na Sessão Instrutiva 60, Saturno, conta a própria história. Começou morando junto e, quando quis avançar, ouviu numa conversa interior que precisava casar; no curso, ele diz que esse ensinamento veio de Anúbis. Ele casou.
A terceira é que quem transmuta não é a vontade humana sozinha. Na Sessão Instrutiva 99 ele diz que, durante o ato, o casal invoca a Mãe Divina, e é ela quem transmuta, porque “a energia sexual ela é 100% divina só o divino pode lidar com o divino”. Na mesma sessão pede proteção diária e cuidado com o lugar onde isso acontece: “todo dia o seu quarto organizado porque o seu quarto é seu templo”. E o curso em que ele ensina a técnica ao casal é gratuito.
VII
E quem está sozinho?
A pergunta volta em muitas sessões, e a resposta dele tem duas partes. A primeira é que a pessoa solteira tem muito a fazer. Na Live 18, Vivendo a Mensagem Cósmica, ele dá a ordem. O primeiro passo é parar de perder energia, e isso já conta: “não perdendo já é uma grande coisa porque não perdendo não tá nem subindo nem descendo”. Depois vem o pranayama, a respiração alternada pelas narinas, que ele chama de técnica para solteiros. Depois, o exercício físico, corrida, natação, caminhada. Na Sessão Instrutiva 126 acrescenta caminhar na terra, que também é uma forma de transmutação. E, como diz na mesma Live 18, durante esse tempo pedir a Deus a possibilidade de ter uma esposa, ou, no caso da mulher, um marido, para os trabalhos alquímicos. Sem desespero, como ele pede na Sessão Instrutiva 124: “Mas não entre em desespero. O desespero não ajuda, na verdade atrapalha.”
A segunda parte é o limite, e ele não o esconde. Na Sessão Instrutiva 125, Mãe Divina em São Roque, diz: “A pessoa solteira ela vai até um ponto, são chamadas iniciações menores.” Daquele ponto ela não passa, por falta de energia. Na Sessão Instrutiva 117 compara o pranayama à alquimia do casal: seria mais ou menos como a chama de uma vela perto da luz do sol. Dá um gás, mas não é equivalente. E na Sessão Instrutiva 126 é duro com quem se ilude: “Não tá casado, não tem montanha.”
Nada disso é desprezo pelo solteiro. É a mesma lei da polaridade. E o celibato como escolha permanente, ele diz no curso, só faz sentido para quem já é autorrealizado; para os demais é um equívoco, porque deixa de cumprir a lei do gênero.
VIII
Há um erro que ele vê justamente entre quem já entendeu tudo isso.
É achar que a alquimia, sozinha, resolve. Ela é um dos três fatores da revolução da consciência: morrer em si mesmo, nascer em si mesmo e o sacrifício pela humanidade. Transmutar a energia sexual é o nascer. Mas antes vem o morrer, a morte do ego. Na Sessão Instrutiva 97 ele conta que alguns que acompanhou praticam alquimia, mas não estão trabalhando a morte do ego. “E aí, que que vai acontecer? Não funciona.” Na Sessão Instrutiva 102 usa uma imagem de cozinha: quem só transmuta e não elimina os defeitos tem “só metade da laranja, tá? Então fica só com metade do suco também”.
Faz sentido, se lembrarmos do movimento III. A energia guardada é a bateria que a Mãe Divina usa para eliminar os defeitos. E ele diz o que acontece quando as duas coisas não caminham juntas: “viram um mago branco e um mago negro, um anjo e um demônio dentro da mesma pessoa”. O artigo sobre o processo de ascensão mostra o terceiro fator, o sacrifício pela humanidade.
IX
Onde há uma energia tão valiosa, há quem queira vendê-la.
Ele conta, em mais de uma sessão, de gente que cobra para despertar o Kundalini de alguém. Na Sessão Instrutiva 111, Auto-observação em Curitiba, fala de uma pessoa que cobrava dois mil reais por sessão para passar a mão nas costas de alguém. O veredito é curto: “Só está querendo ganhar dinheiro.” E logo depois: “Não desperta.” Na Sessão Instrutiva 104 ele dá a razão:
“É impossível de alguém fazer por você a realização íntima do ser que você é.”
Depende de cada um, e do seu companheiro ou companheira. Ninguém faz por fora o que só acontece por dentro, e ninguém precisa pagar pelo que ele ensina de forma livre, desimpedida e gratuita, como diz na Live 23.
X
Resta a pergunta que cada um precisa responder sozinho: vale a pena?
Ele descreve o que acontece com quem persiste com uma imagem antiga. Na Sessão Instrutiva 102 diz que quem pratica vai fazendo a energização da coluna, e que “Isso esotericamente se chama encher o vaso de Hermes”. O vaso, ou a taça, vai se enchendo gota por gota daquela energia transmutada. Quando chega ao topo, a Mãe Divina dá o direito de provar dela. “Esse é o verdadeiro alimento.”
Gota por gota. Não há atalho, e ele também avisa o que acontece com quem enche e esvazia. Na Sessão Instrutiva 99 fala de três magos. O branco nunca perde a sua energia sexual; o negro sempre perde. E há o cinza: “o mago cinza é quem perde de vez em quando tenta praticar mas de vez em quando perde”. Esse nunca vira mestre. E pior: “o cinza vai escorregando escorregando e vira negro”. É por isso que ele insiste, no curso, que essa é uma decisão para a vida toda, e que a inconstância não funciona.
Na mesma Sessão 102 ele diz quem é o louco na carta do Tarot: não quem nunca soube, mas “aquele que um dia ficou sabendo que isso existe, pode até ter tentado praticar e depois largou isso”. E diz quem é o natural: “a transmutação ela é o natural, é que nós esquecemos disso”.
A energia sexual cria todas as coisas.
A pergunta é só o que ela vai criar em você.
O próprio livro chama a alquimia sexual de hipótese, porque tudo o que está escrito “será uma bela teoria inútil caso ela não seja colocada em prática”. E diz que só a prática do ato sexual alquímico, com todo empenho e dedicação, faz com que ela deixe de ser hipótese e se torne fato. É o convite que fica.
Artigo escrito a partir dos ensinamentos de Gilberto Franzoni, compilado dos capítulos 10, 12, 15, 20 e 21 de Uma Mensagem Cósmica, das partes 01, 02, 05, 08 e 11 do curso sobre o livro, da 2ª parte do S.E.R., das folhas 52, 53, 54, 61, 79 e 93 do S.E.R., das sessões instrutivas da Inspiração, da Morte e Ressurreição em Rolândia, do Despertar da Consciência em Rolândia, da Ressurreição, da Transmutação, do Regresso, do Crepúsculo, da Paixão, de Saturno, da Auto-observação, do Perdão, Renúncia e Revogação, da Mãe Divina em Rolândia, da Mãe Divina em São Roque, da Espada Flamígera e do Sistema Solar de Ors, e das lives Vivendo a Mensagem Cósmica e Matrimônio Sagrado. Onde há aspas, as palavras são dele. A organização, as passagens de ligação e as explicações são deste artigo, feitas para dar entendimento ao tema, sem alterar o que ele ensina.
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